O general Mario Fernandes, ex-secretário executivo da Secretaria-Geral da Presidência no governo do ex presidente Jair Bolsonaro, admitiu, hoje, que foi o principal idealizador do chamado plano “Punhal Verde e Amarelo”, que previa o assassinato do presidente Lula, do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes e do vice-presidente Geraldo Alckmin. Em interrogatório no STF , ele disse ser autor do documento e que o plano não passava de um pensamento que foi digitalizado.
O STF ouviu nesta quinta-feira réus dos núcleos 2 e 4 da trama golpista acusados de atuar para manter Bolsonaro no poder. Ainda nesta quinta, o coronel Marcelo Câmara, ex-assessor de Bolsonaro e réu na investigação sobre a trama golpista, afirmou ter sido o tenente-coronel Mauro Cid quem começou a chamar, em tom de brincadeira, Moraes pelo apelido de "professora".